OLHO VIVO

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ADRIANA LESTIDO

25/5/2009

"He aquí cómo llegué a amar a mi madre,
cómo vi en ella mi propia naturaleza verdadera,
lo que había bajo mi piel,
en el meollo de mis huesos"

Amy Tan
 
 
Vejam o ensaio Madres y Hijas:
www.adrianalestido.com.ar
 
Chega a assustar... coisa mais lin-da! Incrível como são totalmente fortes e delicadas ao mesmo tempo.
 
Pero, há que tomar cuidados quando se espia o alheio, pode-se carregar dores desconhecidas. Pode-se até resolvê-las ou resolver-nos. Existem taaaantas histórias andando pelas estações (da vida, de vida). Descuidado que sou, expio-me... espiando... decerto que não um espiar big brother, mas sim um espiar respeitoso, ávido e contemplativo.

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